O audiovisual vilaboense e goiano viverá dias de visibilidade, reflexão e aperfeiçoamento na cidade de Goiás com a realização de dois eventos dedicados à sétima arte: a Mostra Cajuzinho e a I Jornada de Cinema e Audiovisual do IFG, que terão programação integrada.
Começam nesta quarta-feira (20) e seguem até sexta-feira as atividades da I Jornada de Cinema e Audiovisual do IFG – Produzir e Pensar Cinema e Audiovisual em Goiás, que contará com mesas de conversa, debates e exibição de filmes.
A programação tem início nesta quarta-feira (20), no IFG – Câmpus Goiás, com apresentações de trabalhos desenvolvidos por estudantes.
Na quinta-feira (21), no Cine Teatro São Joaquim, acontece uma mesa de conversa sobre direção cinematográfica em Goiás, mediada por Renné França e com a participação dos cineastas Tothi Santos e Larry Machado.
Já na sexta-feira (22), Cristiano Ventura media um debate sobre produção cinematográfica em Goiás, com a presença da produtora Cecília Brito e do diretor e produtor Raphael Gustavo. A atividade será realizada na Praça Samambaia, após as exibições da Mostra Cajuzinho.
Mostra Cajuzinho
Em programação simultânea, acontece também, na quinta-feira (21) e sexta-feira (22), a primeira edição da Mostra de Cinema Cajuzinho, criada para homenagear os 130 anos do nascimento do escritor Hugo de Carvalho Ramos, autor do clássico “Tropas e Boiadas”, além de valorizar as produções cinematográficas locais.
A programação começa na quinta-feira (21), às 17h, no Mercado Municipal, com a exibição do documentário “Reminiscências”, de Lázaro Ribeiro, seguida de uma mesa de conversa.
Na sexta-feira (22), as atividades serão realizadas na Praça Samambaia, no Setor Rio Vermelho, com a exibição de seis filmes produzidos na cidade de Goiás e que destacam a paisagem, a memória e os personagens vilaboenses.
Foram selecionados para a mostra:
- a animação “Debaixo do Pé de Pequi”, de Maiari Iasi;
- a ficção “Seu Jaime”, de Júlio César;
e os documentários:
- “Atitudinal”, de César Rodriguez;
- “Perenes, Memórias”, de Mychelle Souza e Pedro Tavares;
- “Yané Kérupi – Mulheres Indígenas nas Artes”, de Saracura do Brejo;
- e “Xica”, de Viviane Goulart.




